terça-feira, 16 de outubro de 2012

Os sem noção

Estava aqui relendo o meu último post para saber qual seria o título do próximo. E não é que descobri que ler texto em branco em fundo preto incomoda pra caralho as pessoas? Fiquei quase cego ao terminar a leitura. Aí resolvi plagiar (é assim mesmo que escreve? Aliás, nota de rodapé, embora este não seja um rodapé: Se achar algum erro de português no meus textos e achar importante me avisar, saiba que eu não me importo. Esta porcaria de idioma só serve pra eu poder expressar meus sentimentos mais fortes, neste caso a raiva. Portanto, utilize outra estratégia pra se comunicar comigo... e quer saber mais? Dá licença que preciso voltar ao assunto) os maiores sites do universo. Peguei desde sites de notícias até outros blogs, com direito à podcasts outros mais picantes e tudo mais. Tudo em branco! Pronto! Descobri que no mundo das postagens (que termo horrível, viu porque o português só serve mais ou menos pra se comunicar? Porque postagem remete à correio e não à texto) a melhor estratégia é usar o texto em preto e o fundo em branco. 

Pausa: Enquanto escrevo isto, minha geladeira de menos de 5 anos de uso insiste em tentar falar comigo utilizando-se para tal um conjunto de grunhidos estranhos os quais "ela acha" que eu vou conseguir entender... geladeira sua filha da puta, eu já entendi seu recado: "Vou te dar um prejuízo muito em breve então prepare a merda deste seu bolso"! Então pra começar este texto eu gostaria de dizer SOU UM COMPLETO SEM NOÇÃO EM UM MONTE DE ASSUNTOS, MAS SOU UM COMPLETO ESPECIALISTA EM COLOCAR AQUILO QUE SINTO PRA FORA!

Voltemos portanto ao assunto... Descobri que as pessoas mais felizes são aquelas que não tem noção de nada ou simplesmente fingem que não tem noção. Sabe aqueles caras que eu citei lá nos textos anteriores? O fato d'eles (português é cheio de recurso e a maioria deles foi abolido pelas novas regras gramaticais, mas foda-se! quem não se formou que se vire e aprenda esta porra!) ignorarem determinadas regras os deixam mais felizes do que àqueles que sabem que os filhos da puta mesmos estão infringindo. Logo por uma questão de inferência lógica ser sem noção é ser feliz. 

Pronto! Mais um estigma. Sou feliz quando escrevo este texto porque eu não tenho a menor noção se vai ser lido ou se as cores (que coisa de pansexual este negócio de cores!) deles vão causar algum tipo de dano ocular no outro. Da mesma forma o cara que pega o elevador descendo quando o quer subindo não tem a menor noção que fazendo isto está contribuindo para que tudo ande mais devagar no prédio e que está desrespeitando um conceito universal de filas (claro que neste caso é uma fila "verticalizada" e com um pouco mais de regras, mas acho que você entendeu né?) e deixando uma "pá de gente" emputecida. 

Descobri que ser sem noção é ser feliz. Outro exemplo: Tem um cara lá do trabalho que insiste em fazer as brincadeiras mais descabidas na presença dos conselheiros... Pronto. Ele não tem idéia de que fazendo isto está fudendo contribuindo negativamente para o sucesso de sua carreira mas sente-se feliz porque "entreteve" os chefes! A maior parte do tempo este cara lá do trabalho sou eu mesmo. Então eu não tenho noção de que ser bem humorado no ambiente corporativo é sinônimo de falta de seriedade, o que de fato nada tem haver. Mas fazer o quê? Eu continuo sem esta noção e provavelmente um dia ao invés de ser bem humorado posso mandá-los à merda... aí vai requerer um tipo de falta de noção completamente diferente da qual eu desenvolvi. 

Acredite! Falta de noção é um comportamento desenvolvido. Quer saber como? 

Basta pensar assim: -"Será que ele se incomodará se eu pegar um dinheiro da carteira dele e depois avisar?" Se você respondeu: Claro que não! O fulano é tão desprendido das coisas que ainda me perguntará porque eu não peguei mais e ainda falará que toda vez que precisar é só abrir a carteira dele que está na gaveta e pegar! - Pronto, acabamos de formar em nível de doutorado um sem noção! 
Ou quem sabe: "Acho que ela não vai achar ruim se eu parar na vaga de garagem dela. Afinal ela é tão educada e refinada que provavelmente foi criada para não pensar nestas coisas!" - Aí você vê aquela pessoa fina e educada se transformando num ogro e acabando com sua raça no meio do corredor da empresa e o pior: Você ainda se pergunta o porquê daquilo tudo! 

Entendo que não é ruim ser sem noção, até como disse acima concordo que ser sem noção é ser feliz mas pra mim não dá. 

Então regrinha de ouro pra você não ser sem noção: - Toda vez que se fizer a pergunta do tipo "será que", não faça! Se você se perguntou o "será" significa que seu cérebro ainda está tendo uma ponta de bom senso (o que também é difícil nos dias de hoje) e lhe dando o maior indício de que não deve fazer a tal coisa. 

Quando eu entrei no blog pra fazer esta postagem e me perguntei: Será que o texto na cor... foi o suficiente para entender que havia algo errado em continuar com aquela frase e que seria melhor ter a certeza! Aprendeu mané?! Se você tiver certeza que algo está legal ou que você pode fazer continue fazendo e seja apenas um sem noção cego até que um dia alguém o ilumine ou ... o mate. Agora se você tem dúvidas do algo e insiste em fazê-lo significa que você é um sem noção fingido e portanto tem o direito de morrer de uma maneira lenta e dolorosa. Cara, se você faz isto quer dizer que és um filho da puta cidadão inapto à viver em nossa sociedade (o que não é grande coisa já que pra mim a humanidade como sociedade falhou!)

Bem, é isso aí por hoje. Fui breve (eu tenho certeza pois existiam milhares de casos que poderia citar - como o caso do meu vizinho e aquele....e portanto sou no máximo um sem noção cego) e tenho  convicção que esta regrinha de ouro vai mudar sua vida pra sempre. Agora se você nem sequer entendeu a regrinha de ouro... acalme-se. Você vai entendê-la quando o motorista do outro carro descer armado e vir em sua direção. 






Próximo texto: A arte de mandar: à merda!

segunda-feira, 2 de julho de 2012

O trânsito, tolerância, motocicletas e a complacência.

Pois é. O assunto agora é outro. O trânsito, tolerância, motocicletas e a complacência.
E aí hein?! (Lembrei-me do Luciano Pires, do Café Brasil começando seus PODCASTS, logo depois do seu clássico: "Bom dia, boa tarde, boua noite")
Então? Hoje eu gostaria de relatar o que estas malditas palavrinhas tem haver umas com as outras. E o pior: Com você! 

"Então pois é e aí hein". Entendeu alguma coisa? Pois é assim que o trânsito é! Uma salada de rúcula, jiló, chuchu, falta de molho e tempero... opa... o assunto é trânsito. Então troque as palavras anteriores por outras sem sabor ou talvez amargas: carros, motos, pedestres, ônibus e taxis. Conseguiu entender? Se tiver conseguido entender parabéns!!! Você acaba se declarar morador de alguma metrópole com densidade demográfica ridiculamente calculada à um absurdo de pessoas vivendo num mesmo diabo de metro quadrado. Agora, se você não entendeu isto significa que:
  1. É um completo ignorante e não sabe ler
  2. É um completo milionário e só anda de helicóptero (o que não descarta a sua possibilidade de pensar, então se você se enquadrou aqui, certamente seria o número 1, pois mora numa porra de cidade grande e não sabe o que é trânsito.)
  3. É um caipira felizardo que mora num interior destes qualquer e que provavelmente a novela que passa na sua televisão (se é que você tem uma) é Irmãos Coragem e eu estou falando da versão de 1970! 
  4. Você continua sendo um estúpido! 
  5. Phoda-se! Chega de explicar o que você é! Se quer auto-conhecimento, procure um psicólogo ou sei lá! Mas aqui é lugar de ler e entender! 
Partindo do pré-suposto que você é um feliz cidadão (ou seja, morador de uma cidade enorme) continuarei minha história. Mas afinal o que é que aquelas palavras lá do título têm haver com isto tudo até agora? Nada! Até agora foi só o contexto, a relação delas virá à seguir.

Então chega a manhã de segunda! Você acorda, toma banho (ou não), escova os dentes (ou não), se arruma para o trabalho (ou não - bem, se você não vai trabalhar, pare de ler este blog e procure um emprego seu vagabundo(a)) e sai de casa (na maioria das vezes) para chegar ao seu destino matinal: A porra do escritório que normalmente fica à zilhões de quilometros da sua casa! 
Mas tudo bem não é?! Afinal, as ruas têm espaço de sobra pra você colocar sua carroça seu carro principalmente se nele estiver embarcado a carga mais importante do mundo: Você! E o pior... só você vai no carro! Coitado do vizinho que lhe pedir carona. Você liga o som alto e sai da garagem a milhões de KM/H só pra parecer que não o viu! 

Aí começa o inferno problema. Tenho plena convicção que a maioria dos motoristas conseguem desenvolver velocidade superior em suas garagens se comparadas à velocidade média nas vias nos horários de pico. Aproveite que está devagar e comece a observar que na maioria dos carros temos apenas uma pessoa ao volante (o óbivio né?!) e mais ninguém. Tenho certeza que se carros não precisassem de ser dirigidos, viríamos vários deles passeando sozinhos por aí no centro. Só pra ocupar espaço. Eita povo desgraçado de burro individualista! Agora deixa eu voltar ao assunto?!

Você saiu de sua garagem e tudo começa: Arranca... pensou que ia passar a segunda e pára (seu carro é automático? Phoda-se ou morra! Entenda o contexto! Agora deixa eu voltar ao assunto!?). E assim você vai nesta punheta morrinha até chegar no trabalho. Enquanto isso, entre o seu carro e o carro daquele seu vizinho que você não deu carona passam-se milhares de milhões de motos (Meu Deus! É moto que não acaba mais, parecem que brotam do chão). E você fica se perguntando porque é que não tem uma moto ou o pior: "Que perigo eles passarem tão perto! Qualquer hora vão quebrar o meu retrovisor, caírem (e talvez por sorte) e vou passar por cima deles! Que medo!"

Sabe o que eu penso? Ninguém perguntou mas vou falar assim mesmo. Penso em duas coisas: 
  1. Jesus (ou Deus, ou Buda ou Maomé ou Lanterna Verde, não importa quem seja), realize meu sonho de ter dinheiro a ponto de possuir um tanque de guerra porque ao levá-lo pra rua eu resolvo 90% do problema destas pestes. Quero ver neguinho (sem preconceitos por favor! Sou intolerante inclusive ao preconceito!) vir com seu pezinho de anjo tentar derrubar ao invés de meu retrovisor, um canhão de 105mm!
  2. Sabia que aquele espaço entre o meu carro, o da frente, o de trás e o do lado é chamado de distância de segurança e não uma "motocicletovia"? Porque será que o motoqueiro (quem anda nesta área de segurança é motoqueiro, quem anda atrás, na faixa e respeito o outro é motociclista) acha ruim comigo quando eu diminuo a distância de segurança que eu impus ao carro do lado ou reduzo minha velocidade e tento trocar de faixa? E o pior?! Porque é que eu acho que o filho da puta cidadão em cima da motocicleta tem razão sendo que na verdade não tem? 


Simples! A resposta está naquelas palavrinhas lá em cima no título deste post. 
Tolerância e Complacência (ou condescendência, mas acho esta última mais chata de escrever, portanto.... phoda-se! Deixa eu voltar ao assunto?!)

Quando um motociclista usa deste espaço entre os carros para uma manobra a qual se não fosse feita ele corresse risco de morte e em decorrência desta sua manobra, amplio o espaço  entre ele e o carro do lado para aumentar a segurança de sua manobra pois sei que foi uma manobra defensiva a fim de evitar um acidente eu sou tolerante! (entendeu? nem eu! isto pra você ver o quanto é difícil ser tolerante no trânsito)

Quando estou circulando em minha via, ligo a seta informando que vou mudar de faixa, vem um motoqueiro naquele mesmo espaço de segurança o qual ele julga ser faixa exclusiva para motos, buzinando feito um maluco como quem dissesse: Ow! Num muda de faixa não seu filho da puta! Esta faixa do meio é minha! - E você acata à solicitação dele ao invés de (claro que não vamos sair matando todos (só alguns seria o bastante) motoqueiros da cidade) sabiamente dar-lhe uma fechada sem medo de perder seu retrovisor, mostrando à ele que aquele espaço não é para ser usado da maneira como ele está usando, você está sendo complacente. 

Portanto, deixo aqui as regras de circulação de trânsito: 
  1. Vai mudar de faixa? Sinalize com antecedência, veja se há o espaço na faixa a qual você se destina e que não há nenhum veículo se aproximando de você na faixa de destino. Tem uma moto no famoso "corredor"? Entre assim mesmo e mostre logo quem é que manda no negócio! O motoqueiro pode ficar furioso, brigar, chorar, chamar seus amigos e dar-lhe um "punk" (vulgo surra). Você ainda estará certo! 
  2. Você também pode mudar de faixa abruptamente e jogar o motoqueiro no chão. Siga viagem e não preste socorro. Alguns quilômetros à frente, pare num posto policial e diga: Estava sendo perseguido por um motoqueiro e o mesmo tentou abordar-me em movimento. Movimentei meu carro bruscamente e o agressor, que parecia estar armado caiu na via lá trás! Parei aqui para registrar o "BO". Como não haverão testemunhas e mesmo que houvessem, elas não saberiam se a história é verdadeira ou não, ficaria tudo por isto mesmo e você daria a lição no motoqueiro e ainda o processaria pra pagar o arranhão no pará-choque. 

Vou lhes contar o que certa vez aconteceu comigo: - Estava eu parado em uma via super-lotada em pleno horário de pico. Estava tão parado que a fumaça do cigarro dos motoristas que fumavam (não seu autor burro! dos motoristas não fumantes!) pra passar o tempo subia verticalmente sem se mover um milímetro para os lados.
Não havia espaço nem para um pedestre passar. Ao longe escuto aquele típico barulho de escapamento daquelas merdas motos de baixa cilindrada e normalmente com um baú atrás. Pelo retrovisor vejo um ornitorrinco motoqueiro se aventurando e passando pelos carros. Foi então que pensei: "Este pan-sexual vai se aventurar passar do lado e por trás do meu carro, só que não há espaço". Quase não tive tempo de piscar e o filho da mãe já estava passando aquela aquecedora de perna de pobre atrás do meu carro. Quando penso que não, escuto o barulho do baú esbarrando no carro. O cidadão passa do meu lado, fingindo que nada aconteceu e eu feito um maluco gritando: "ei!!! Ow!!!! Você!!!!" - E ele, fingindo que sou aquele seu vizinho chato, ignorou-me. Não deu outra! Tirei o pé do freio e joguei o carro inteiro nele. Ele estatelou-se no chão e em outro carro. Levantou-se cheio de razão perguntado: "Cê é louco cara (sim, ele é mineiro e eu também)????" - Claro que eu respondi com aquele ar mais sarcástico: "Louco eu?! Você esbarra esta merda no meu carro, passa do meu lado comigo aos berros te chamando e finge que não me escuta. Quem é o louco aqui?! E é melhor você sumir da minha frente senão termino o serviço!" Pronto! Não precisei falar mais nada. O filho da puta montou naquele lixo veículo e foi-se embora. 

O pior, é que ele estava certo! Porque o errado sou eu e você que deixamos que caras como ele achem que o direito deles é maior ou diferente do nosso. 


Próximo assunto: Os sem noção!




























quarta-feira, 20 de junho de 2012

Termos de Conduta no Elevador

Trabalho em um prédio de 17 andares e um monte de gente sem educação. E olha que lá no meu prédio funciona uma instituição de ensino. E o pior?! A maior parte dos estudantes daquela instituição não (acabei de ouvir uma jornalista que está no programa do Jô dizendo que o que veio à cabeça não pode ser dito "naquela hora"... fico pensando se ela conhecesse este blog, mas... phoda-se! deixa eu voltar ao assunto?) sabem sequer como utilizar corretamente um elevador. Picuinha minha? Sim!!! Claro!!! Principalmente porque não tolero muita coisa, quiçá (que vem do latim quid sapit - quem sabe) ignorância ou a tal da burrice mesmo!
Vou narrar o comportamento das pessoas que utilizam o elevador. Se você não entender, leia novamente até entender ou então mate-se. Não to aqui pra ser professor de ninguém. Você pode também querer me visitar no prédio e entrar pela garagem e verá a cena certamente acontecer. Agora sim... vamos ao comportamento:

Só responda ao final da segunda pergunta que eu vou fazer:
- Você está na garagem, o último andar inferior o qual o elevador acessa. Você está o aguardando e quando a luz indicativa da chegada do elevador se acende e as portas se abrem você vê o compartimento interno do maldito elevador lotado até a tampa de pessoas imbecis. O que você pensa que estas pessoas estão prestes à fazer? (eu te disse! espera a segunda pergunta!)

- Você está no último andar (neste caso 17º) aguardando pelo elevador e de repente a mesma cena da pergunta anterior acontece. O que você acredita que as pessoas que chegaram naquele andar pretender fazer? (sim! agora você pode responder!)

- Na minha humilde opinião, elas deveriam estar prontas à descer, pois se dispuseram a chegar até o último andar (inferior ou superior, não importa) o que quer dizer que chegaram ao "ponto final" do elevador. Desçam idiotas! Quer saber o que eles foram fazer lá de verdade? Foram até lá pra me irritar! Sim! Só pode ser. Vai me dizer que agora as pessoas gostam de ficar passeando de elevador lotado? Não mesmo!

- Então seus retardados mentais que não tiveram condições de passar em uma instituição de ensino superior patrocinada pelo governo federal e vieram encher meu saco aqui no prédio dou-lhes um recado:

- Pegue o elevador para a direção que você deseja. Não pegue subindo aquilo que você quer descendo e vice-versa. É feio pra caralho em demasia! É uma puta falta de educação! Pense que se você educadamente esperar a sua vez, ela virá.

Agora cá entre nós? Você acha mesmo que eu vou mudar esta situação lá no meu prédio? Claro que não. Se a puta mãe destes indivíduos não conseguiu explicar pra eles que o direito deles termina quando começa o dos outros, serei eu ou sequer aquela merda de instituição de ensino que vai fazer?

Duvido.

Mas deixo aqui regras de conduta:

. Pegue o elevador na direção a qual você deseja se locomover no prédio:
Se você quer subir um ou mais andares, pegue o elevador quando ele estiver subindo. Se você quer descer um ou mais andares, pegue a porra do o elevador descendo.

. Se você vai descer um ou dois andares acima ou abaixo de um dos andares marcados, salvo em caso de deficiência física crônica que o impeça de caminhar, não marque o seu andar. Mostre que você tem cérebro e boa vontade e suba a merda dos andares um ou dois lances de escadas e chegue ao seu destino. É mais rápido que esperar o elevador no pinga pinga.

. Última regra de ouro: Caso mesmo assim você seja fã da lei de Gerson (se não sabe o que é, procure no google, entenda e depois volte a ler), aperte qualquer botão de direção do elevador, torça para a porta abrir e o elevador não estar lá e entre de costas. Quando você estiver no inferno seu filho de uma mãe, você poderá ter tempo suficiente pra pensar naquilo que você devia ter pensado em vida! (mas fica aqui registrado o meu desejo).


(acabei de ouvir um novo termo na TV: corrupção! hahahahaha. Pessoas devendo ser mais intolerantes à corrupção e ele é aplaudido. Meu Deus! Na próxima encarnação eu quero nascer na suíça, porque lá ser intolerante à corrupção é padrão e não um comportamento digno de ser aplaudido)

É isso aí. Curtiu?! Comenta aí alguma coisa. Não que eu vá me importar, mas talvez você mostre pra sua mãe ou namorada que você comentou alguma coisa em algum blog por aí.

Próximo assunto: O trânsito, tolerância, motocicletas e a complacência.





Sempre haverá uma via de mão dupla... para implicar com alguém.

Este é o primeiro post. Não vou me apresentar ou sequer explicar. Isto será feito ao longo de sua leitura às postagens que aqui deixarei.
Enquanto fico me entediando assistindo ao programa do Jô no Globo, ouço um carro (provavelmente à diesel) bem barulhento parar aqui na rua do lado. Todos os dias, mais ou menos neste horário ele passa pra deixar alguém aqui. Aí pensei em criar este blog. Já pensou se eu achar que o cara não tem o direito sequer de fazer este barulho e atrapalhar meu sono? Daí pensei... poxa é mesmo... existe uma linha tênue complacência e tolerância.
Neste caso: Tolerância - não reajo negativamente ao fato do carro (ou van) fazer bastante barulho na minha rua pois afinal também tenho carro e nem penso que passar de carro na rua à noite incomoda os outros.
Complacência - não reajo negativamente, embora tenha vontade porque simplesmente iria desagradar o viado pansexual (assim só ofendo alguns, mas quer saber?! foda-se! sentiu-se ofendido? eu me sinto assim todos os dias e não processo o mundo por causa disto. aceite sua condição de desvio e deleite-se com as consequencias. Eu fiz isto com a minha condição de intolerante ao criar este blog. agora dá um tempo e deixa eu voltar ao assunto!) do meu vizinho que se acha no direito de perturbar minha noite vindo embora pra casa naquela merda de van barulhenta. Ele que compre um carro, venha de bicicleta ou morra. (o sentimento é contrário à ação por causa das implicações "sociais")
A reflexão deste blog será essencialmente esta. Tenho pavor à particularmente tudo. Principalmente à gostos musicais... pois gosto de quase tudo e de quase nada.
Próximo post: Termos de Conduta no Elevador